segunda-feira, 30 de outubro de 2017





Desrespeito ao que acreditamos, até onde vai?

Por: Negra Rô

Primeiramente, pedindo licença aos nossos ancestrais para falar um pouco sobre pois, quem sou eu, em torno dos meus 4.1 anos, falar tão profundamente sobre pois, ainda tenho muuuito a aprender e também trocar tendo em vista que, todos nós, sempre temos algo de bom para passar a alguém.

Inicio com uma pergunta: porque as pessoas não podem crer em que quiser ou, em que acham que é válido para si? Eu hein!!!!! Sempre tem que ter alguém para te olhar torto, se dia de sexta, estiver todo de branco. Já aconteceu com quem está lendo o texto de, perguntarem se a sua profissão é enfermeira, ainda mais se tiver próximo a um hospital? Coisa de gente abelhuda né, tem gente que se preocupa até quando está na rua e, não pega um panfleto de alguma outra religião. Aí vem a pergunta, sou obrigada? Não sabia… e quando se fala: “Que a paz do Senhor esteja com você MESMO assim (máximo respeito sempre!) ”, quando não quer pegar o panfleto e, você responde: asé, e que exu esteja com você, não seria maaaaaaaaaaaaaaais ou menos a mesma coisa? Digo no sentido de desejar coisas boas, mas, é visto de outra forma. Não estou aqui para criticar nenhuma religião, até porque sou Ifaísta e assumo o que sou e, ainda afirmo, tive uma passagem linda pelo candomblé e, estou conhecendo a umbanda, sendo que, é só para refletirmos sobre isso. Porque e para que isso? De onde surgiu esta discriminação? Bom, isso já vem de mais de 500 anos atrás, mas, as coisas ainda continuam seguindo o mesmo fluxo.

Porque um irmão de outra religião, não pode ir de boa em um candomblé e, vice-versa? Acontece? Sim, mas, muito pouco. Fora os que ainda fazem coisas completamente fora de si como, chutar uma santa católica ou, mandar pais ou mães de santo quebrar todo o terreiro. É, acho que isso, está acima da discriminação e, do caráter das pessoas que fazem isso. Se dizem ter Deus no coração, mas, não tem mesmo pois, se respeitassem a fé dos outros, isso não aconteceria. É tão simples, respeita e pronto e quando não conhece, não critique. Ou se cale ou, procure conhecer antes de apontar porque, o que pode ser “ruim” para você, pode ser “bom” para mim. Outra coisa é, as pessoas dizerem que não gostam do candomblé por isso, ou da umbanda por aquilo, ou do ifá por tal coisa, ou seja, por não conhecer bem e digo até da igreja católica que, por falar nisso, fez um ato muito bonito, na semana do dia 12 de outubro. Comemorou os 86 anos de inauguração do Cristo Redentor, junto com a as escolas de sambas mirins e, a igreja católica. Este evento, aconteceu com a junção da Arquidiocese do Rio, em parceria com a Associação das Escolas de Samba Mirins e o grupo SOS Villa-Lobos. Neste dia, aconteceu um lançamento do samba-enredo “Aparecida de Nossa Senhora”, desfiles das escolas de samba mirins e apresentação da Orquestra Sinfônica Maré do Amanhã. Enfim, este foi um ato de muita coragem, mediante a situação de preconceito que, assola o país, em se falando de religião, mas falo mais precisamente do Rio de Janeiro. Lembrando que aqui não tem ninguém contra religião nenhuma. O que se espera é somente o respeito.

Para os meus aliados que, são de qualquer religião (digo qualquer) ou são ateus que, não agem discriminando ninguém de outra religião, o que eu peço é desejar sempre boas vibrações positivas e que, independente do que você, eu ou os outros acreditam, o que importa é o amor ao próximo.

Então, encerrando este texto, venho pedir três coisas:

        Respeito;
        Respeito;
        Respeito.

Beijos no coração!

#chegandojuntocomaro



quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Olá pessoas, tudo bem? resolvi compartilhar um trabalho da faculdade onde, fala-se sobre consumo. Então, vamos chegar juntos e deixem as suas opiniões. Beijos






Texto sobre o vídeo: A História das Coisas

Por: Negra Rô

O vídeo, fala sobre como os produtos que as pessoas consomem, são um agravo ao nosso meio ambiente e, principalmente á saúde. Isto tudo tem influencia política pois os mesmos, querem sempre ganhar e ganhar, sem se preocupar com quem os colocam lá no poder. E eles, sempre querem estar ligados a corporações que, possam fazer o dinheiro deles crescer ainda mais. É a partir daí que, inicia-se um processo de degradação do ser humano pois, não há interesse em se produzir coisas onde, o que possa vir a pesar, é o bem estar de quem produz, de quem fornece a matéria prima e, de quem consome.
O ato consumista, se propagou após a 2ª guerra mundial, quando governo e corporações, pensaram formas de impulsionar as vendas de produtos. A partir daí, iniciou-se uma grande degradação á tudo o que consumíamos, pois antes disto, a qualidade de vida dos alimentos como de todas as outras coisas, eram bem melhores do que agora. E, como eles agiram, utilizando química em tudo o que é produzido e, além disso, usando-se trabalho escravo, comprando produtos de países pobres, a um preço muito baixo, além de comprar também de grandes potências, mas, de uma forma ilegal.  Com isso, acabam barateando tanto o produto que, as pessoas consomem e, quando não podem, dão um jeito para isto acontecer como, por exemplo: compra de um celular em 18 vezes “sem juros”.
Outro fator que faz os produtos ficarem mais acessíveis, em se falando de valores, é a violação da saúde dos funcionários que produzem, além de, quando paga-se salário, é muito abaixo do mínimo, portanto, quem acaba pagando o produto, são os trabalhadores que produzem o mesmo que, na realidade, são os mesmos que, também compram. Ou seja, o produto já está pago. E, quem recebe este dinheiro, acaba ganhando duas vezes, por conta deste sistema.
O mesmo acontece com o custo da fabricação do produto. Continua a mesma coisa, quem paga, é quem fabrica que, são as mesmas pessoas que, também compram quando o produto está pronto.
Ainda existem duas coisas que, este sistema criado pelo governo e corporações, colocou na cabeça de muita gente que são as obsolescências planejada e perceptiva. Ambas, querem dizer para o consumidor: você não tem valor se, não estiver na moda ou se, não pode ter um computador mais potente, um celular do momento, um carro bem descolado... Enfim, este sistema faz com que as pessoas que, sofrem muito a influência da mídia, troque de celular a cada 4 meses, por achar que o mesmo já não serve mais e, joga fora ou, tenta vender. É o mesmo sistema que, diz para você: - “Ai, que sapato fora de moda! Assim você não conseguirá um namorado...” coisas deste tipo. Com isto, a pessoa se desfaz de um produto que ainda poderia ser utilizado por mais tempo para, comprar outro que, esteja mais adequado ao meio em que vive. Um exemplo muito chocante, são os computadores que, compra-se um agora e, daqui a um ano, se der defeito em uma peça, o técnico pode até conseguir uma “peça antiga” para por no lugar, mas, o preço do conserto, às vezes, é tão próximo do valor de um computador novo que, realmente, vale mais à pena comprar outro e, é desta forma que, o mundo está girando, através do consumo.
Se for um consumo consciente, não há problema, mas, um consumo em demanda exagerada, acaba com a vida de quem a conduz desta forma e, acaba valorizando mais um objeto do que um ser humano.
Se a população começar a trabalhar a cabeça de uma forma sustentável, ainda pode ter tempo de salvar o planeta. Tudo o que se consome, pode ser sustentável e, degradar muito menos o meio ambiente. Mas, não adianta somente a população pensar diferente, os governantes também precisam pensar de outra forma, mas, o principal é a população, pois, se muitas pessoas mudarem a sua forma de pensar, o início de um novo mundo, sem demagogia, pode existir sim.